A ornitina, assim como a arginina, ajuda a aumentar os níveis de insulina e hormônio de crescimento circulante, estimulando assim o aumento da massa muscular. Pode também auxiliar no processo de cicatrização, já que estimula a síntese de colágeno. É usada também para mobilizar as gorduras do organismo.

A suplementação com ornitina pode aumentar a velocidade de recuperação em atletas, além de incrementar a massa magra e a força muscular durante períodos de treinamento intensivo. A suplementação é mais bem aproveitada pelo organismo em rotinas de treinamento intenso.

É um aminoácido usado como suplemento e também no tratamento da hiperamoniemia e distúrbios hepáticos, na forma de l-ornitina, aspartato, cloridrato ou oxoglurato. É um aminoácido não-essencial, glicogênico. A ornitina deriva-se da metabolização da arginina, é um dos metabólitos intermediários no ciclo da uréia e é produzida quando o grupo guanidina da arginina é hidroliticamente separado pela ação da arginase. A ornitina sintetizada na célula hepática entra na mitocôndria para formar a citrulina depois de aceitar o grupo carbamil a partir do carbamil fosfato pela ação da ornitina transcarbamilase. A deficiência da ornitina transcarbamilase resulta em hiperamoninemia.

 

Dose sugerida: 500mg a 1000mg de ornitina ao dia. Para atletas a dose pode chegar a 5g e 10g diárias, normalmente em associação com arginina. É bastante segura e em alguns estudos foram suplementadas doses de até 30g diárias sem efeitos colaterais graves, porém na prática pode-se observar queixas gastrointestinais em doses acima de 10g diárias, como irritação estomacal, cólicas e diarréia.

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