
Você acha que ter saúde é o mesmo que não estar doente? Se a resposta foi ‘sim’, você precisa rever os seus conceitos urgentemente. Mas não se preocupe, você pensa como a maioria das pessoas e nós vamos auxiliá-lo nessa mudança de paradigma.
O conceito de saúde está relacionado a qualidade de vida, o que passa por ter um equilíbrio. Vários elementos nos garantem uma vida saudável e equilibrada, um deles é a alimentação correta.
Como seria uma alimentação correta, então? A resposta não é tão fácil, uma vez que cada pessoa tem características, hábitos de vida e objetivos diferentes. Existem, sim, padrões que servem para todo mundo, como evitar industrializados, moderar o açúcar e evitar o sal. O certo, contudo, é definir um plano alimentar específico para cada pessoa.
Para ter assertividade nessa tarefa o ideal é consultar um profissional. O nutricionista pode avaliar cada pessoa individualmente, focando nas necessidades, sintomas clínicos, exames bioquímicos e também considerando o momento e condição de vida de cada um.
Um dos métodos de reeducação alimentar, que tem ganhado muita notoriedade no Brasil e no mundo, é a nutrição funcional. Através de um olhar específico sobre cada pessoa, a nutrição funcional envolve a análise de aspectos físicos e psicológicos, englobando a alimentação, a qualidade do ar respirado, a água ingerida, o condicionamento físico e eventuais alterações hormonais.
Entenda os princípios da Nutrição Funcional:
- Individualidade bioquímica: a nutrição funcional busca a interação da genética, da alimentação e dos elementos ambientais (toxinas, poluentes, estresse mental, atividade física) para “modular” nossos genes, inibindo aqueles associados a doenças, para elevar os associados à saúde.
- Tratamento centrado no paciente: o indivíduo é abordado como um todo, um conjunto de sistemas que se inter-relacionam e que sofrem influências de fatores ambientais, emocionais, alimentares, patológicas, uso de medicamentos, hábitos de vida e qualidade de vida.
- Equilíbrio nutricional e biodisponibilidade de nutrientes: prioriza-se a oferta de nutrientes em quantidades adequadas e em equilíbrio com todos os outros, para que haja otimização da sua absorção e aproveitamento pelas células.
- Inter-relações dos fatores fisiológicos: todas as funções do nosso corpo estão interligadas. A teia da nutrição funcional considera a inter-relação mútua de todos os processos bioquímicos internos, corrigindo a causa em vez de apenas os sintomas genéricos.
- Saúde como vitalidade positiva: saúde não é meramente a ausência de doenças, e sim o resultado de diversas relações entre os sistemas do nosso corpo.
Uma reeducação alimentar funcional passa por uma dieta anti-inflamatória. Hábitos inadequados e o estresse provocam desequilíbrios nutricionais que sobrecarregam nosso sistema imunológico, desencadeando reações inflamatórias. Quando estamos inflamados, temos dificuldade de perder peso, o intestino não funciona, aparecem as celulites, aumenta o colesterol e assim por diante.
Muitas vezes, esta reeducação alimentar envolve a utilização de suplementos que podem ser adaptados para as diferentes necessidades e tornam-se grandes aliados, seja qual for o objetivo. Engana-se quem pensa que apenas atletas podem usar suplementos. A suplementação pode ser indicada para pessoas que praticam exercícios, assim como no tratamento de desordens cognitivas, desordens metabólicas ou em idosos que apresentam redução da massa muscular ou dificuldade de locomoção, por exemplo. Mas vale lembrar que, o ideal é consultar um profissional antes de optar por esta alternativa. Feito isso, o resultado pode ser surpreendente!







